Notícias

Produção de carne bovina do Brasil deve cair 3,6% em 2027, prevê Conab

Logotipo Reuters

window.pushAds.push(“dfp-noticiasagricolas-paragrafos-1”)

SÃO PAULO, 15 Set (Reuters) – A produção de carne bovina do Brasil, maior produtor e exportador global, deverá cair 3,6% em 2027 em relação a 2026, para 11,4 milhões de toneladas, com a possibilidade de menores abates de vacas para a recomposição do rebanho, estimou nesta terça-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

“Para 2027, a expectativa é de redução mais perceptível da disponibilidade de animais, à medida que a retenção de fêmeas avançar”, disse a Conab, referindo-se a um movimento do ciclo pecuário.

Seria o segundo ano seguido de redução na produção, após o país produzir 11,9 milhões de toneladas em 2025 e 11,84 milhões de toneladas em 2026, segundo números da estatal.

Em 2025/26, o Brasil apareceu na liderança global da produção de carne bovina, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), com cerca de 20% do volume global, seguido pelos norte-americanos, que lidam com uma redução do rebanho.

“Os resultados de 2026 indicam que a reversão do ciclo pecuário está ocorrendo de forma mais gradual do que se projetava inicialmente”, avaliou a Conab.

“O abate permaneceu acima do observado no ano anterior durante o primeiro semestre, sustentado pela disponibilidade de fêmeas, pelo aumento do peso médio das carcaças e pela maior utilização do confinamento”, acrescentou a estatal, frisando que a “esperada retração da produção ainda não se manifestou de forma intensa”.

A valorização de bezerros e animais de reposição indica redução da oferta nessas categorias, o que tende a estimular a retenção de matrizes, apontou o relatório.

EXPORTAÇÕES EM ALTA

Em relatório sobre perspectivas agropecuárias, a Conab estimou ainda um aumento de 2,2% nas exportações de carne bovina em 2027, para 4,8 milhões de toneladas.

Esse crescimento seria seguido de um aumento em 2026, que deve fechar com embarques de 4,7 milhões de toneladas, ante 4,5 milhões em 2025, conforme números da estatal.

“As exportações registraram bom desempenho no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. A demanda chinesa, os preços internacionais elevados e a abertura de mercados sustentaram os embarques”, indicou o relatório, ponderando que no segundo semestre os embarques devem desacelerar diante do preenchimento de uma cota da China com tarifas mais baixas.

window.pushAds.push(“dfp-noticiasagricolas-paragrafos-2”)

De outro lado, o consumo no Brasil permanece “moderado e concentrado nos cortes de menor valor”, disse a Conab.

“A carne bovina perdeu competitividade em relação ao frango e à carne suína, principalmente entre os consumidores de menor renda”, afirmou a estatal, explicando que esse movimento limita o repasse integral da valorização da arroba ao varejo.

A Conab projeta a continuidade de crescimento da produção de carne de frango do Brasil, que deverá bater novo recorde em 2027, para 16,7 milhões de toneladas, ante 16,3 milhões em 2026 e 15,8 milhões em 2025.

As exportações do país, também o maior exportador global de carne de frango, devem ter alta de 0,8% no ano que vem.

(Por Roberto SamoraEdição de Tatiana Ramil)

Prezado cliente, nosso canal de atendimento por telefone está passando por instabilidade no momento. Pedimos que priorize o atendimento via mensagem no WhatsApp:

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda