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Às vésperas da safra 2026/2027, produtor do Cerrado se prepara para ciclo de maior atenção a clima e manejo

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O agricultor já está planejando a safra 2026/2027 e o clima é um dos principais desafios a acompanhar no MATOPIBA, Pará, Rondônia e Mato Grosso. As condições de El Niño estão presentes e, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a expectativa é que o fenômeno persista até o final do verão, em março. Para as áreas produtoras do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, isso significa maior irregularidade das chuvas e temperaturas altas, aumentando a atenção sobre a disponibilidade de água para as lavouras.

“O produtor precisa estar preparado para trabalhar com diferentes cenários ao longo da safra”, destaca Gabriel Casarotti, coordenador de inteligência de negócios da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para grandes agricultores do Cerrado. A previsão de períodos mais secos e chuvas irregulares pode afetar o estabelecimento das culturas e elevar o risco de estresse hídrico em fases importantes do desenvolvimento.

“Para a safra que vem aí, o agricultor precisa olhar para o clima como parte do planejamento. Definir bem a janela de semeadura, preparar o solo para conservar água e acompanhar as condições da lavoura são manejos importantes para reduzir a exposição aos períodos mais desafiadores”, explica o especialista da ORÍGEO.

Desafios regionais

No MATOPIBA, a distribuição das chuvas será determinante para estabelecer o ritmo de implantação das lavouras e, posteriormente, para o desenvolvimento dos cultivos. A expectativa é que áreas que aproveitem melhor as primeiras chuvas e estabeleçam bem as plantas tenham melhor capacidade de enfrentar eventuais períodos de estiagem.

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“A disponibilidade de água é outro ponto de atenção. Com temperaturas mais elevadas, aumenta a demanda de água das plantas e a perda de umidade do solo. Com isso, práticas que ajudam a conservar água, como cobertura do solo, plantio direto, correção da fertilidade e formação de um bom sistema radicular, fazem diferença”, destaca Gabriel. O objetivo é chegar ao período de maior demanda da lavoura com estrutura de solo preparada para armazenar e disponibilizar água por mais tempo.

No Mato Grosso, além da questão hídrica, o manejo de pragas continua no centro das decisões. O estado deve manter forte presença em soja, milho e algodão e o monitoramento de insetos, como bicudo-do-algodoeiro, Spodoptera e percevejos, será essencial para evitar perdas.

No Pará, eventual redução ou irregularidade das chuvas durante o ciclo da soja pode encurtar a janela para culturas em sucessão. Já em Rondônia, a chegada do período seco pode aumentar a importância de definir corretamente a época de implantação das lavouras, principalmente para culturas que dependem da umidade armazenada no solo.

“Para a safra 2026/2027, portanto, a preparação começa antes de a semente chegar ao solo. Acompanhar as previsões climáticas, definir a melhor janela de plantio, cuidar da estrutura e da umidade do solo e estabelecer uma rotina de monitoramento são medidas importantes para enfrentar um ciclo de indefinições”, explica Gabriel. “O produtor não consegue controlar o clima, mas consegue se preparar para diferentes situações. Quando planejamento, manejo e acompanhamento caminham juntos, fica mais fácil ajustar as decisões ao longo do ciclo.”
 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda