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Seminário em Cunha debaterá futuro da produção de pinhão e conservação da araucária em SP

O município de Cunha (SP) será palco, na próxima quinta-feira (30), de um encontro voltado ao futuro da produção de pinhão no estado de São Paulo. O “Seminário sobre a produção do pinhão em São Paulo – Desafios e oportunidades” reunirá agricultores, pesquisadores, extensionistas, gestores públicos, representantes de instituições de ensino e pesquisa, organizações da sociedade civil, estudantes e lideranças locais para discutir caminhos que contribuam para a conservação da araucária e o fortalecimento da cadeia produtiva do pinhão.

O evento marcará a apresentação dos resultados da pesquisa “Desafios e oportunidades para a produção do pinhão em Cunha (SP): Conservação da araucária, políticas públicas, extensão rural e comunidade tradicional” desenvolvida pela engenheira agrônoma Priscilla Menezes de Souza, da Casa da Agricultura de Cunha, ligada à Regional de Guaratinguetá (SP) da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

“Ao analisar os resultados, identificamos que, entre os principais desafios da atividade no município – o qual possui a maior produção do estado, com 350 toneladas por ano –, estão a ausência de planejamento para o plantio e o manejo sustentável da araucária, o envelhecimento das famílias tradicionais coletoras, a redução da sucessão rural, as dificuldades de comercialização e a necessidade de políticas públicas integradas que garantam a conservação ambiental e a geração de renda”, explica Priscilla, uma das organizadoras do seminário, informando que, mais do que divulgar resultados científicos, o evento pretende promover um amplo diálogo entre os diversos atores envolvidos com a cadeia produtiva, favorecendo a construção coletiva de propostas capazes de fortalecer a conservação da Araucaria angustifolia, espécie símbolo da Mata Atlântica e atualmente ameaçada de extinção.

Em Cunha, a araucária representa muito mais do que um patrimônio ambiental. Ela está profundamente ligada à identidade cultural do município, à gastronomia, à segurança alimentar, à economia rural e aos conhecimentos tradicionais preservados por famílias que, há gerações, mantêm práticas de manejo e coleta responsáveis pela conservação da espécie. Sendo assim, a programação busca aproximar ciência, extensão rural e saberes tradicionais, reconhecendo que a preservação da sociobiodiversidade depende da atuação integrada entre universidades, órgãos públicos, agricultores e sociedade civil.

O seminário integra as ações do Projeto Pinhão SP, iniciativa desenvolvida pela CATI – órgão responsável pelas ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) na Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) –, que busca fortalecer a cadeia produtiva do pinhão paulista por meio da extensão rural, da pesquisa, da valorização das comunidades tradicionais e da construção de políticas públicas voltadas à conservação da araucária e ao desenvolvimento sustentável dos territórios produtores.    

“Nosso objetivo com a execução do projeto é fornecer uma alternativa de trabalho e renda para os agricultores da região, por meio do pinhão, que é uma cultura adequada às áreas declivosas e frias, que são comuns na Serra da Bocaina e possuem baixa aptidão agropecuária para quase todas as outras explorações. Além disso, o intuito também é o de promover a maior sustentabilidade na cadeia de pinhão, reduzindo a pressão de coleta nos remanescentes nativos”, explica o engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura de Cunha, César Frizo, que está à frente do Projeto Pinhão SP.

Nesse processo, destaca-se o trabalho da Casa da Agricultura, que atua diretamente junto aos agricultores e famílias coletoras, promovendo assistência técnica, articulação institucional e apoio às iniciativas voltadas à conservação dos recursos naturais e ao fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis. “A atuação integrada da CATI – por meio da Casa da Agricultura de Cunha, com produtores rurais, universidades, escolas públicas, instituições de pesquisa, organizações locais e demais parceiros – tem sido fundamental para ampliar o diálogo entre conhecimento científico e saberes tradicionais, fortalecendo a governança territorial e criando oportunidades para o desenvolvimento rural sustentável na região, com geração de renda, emprego e transformação de vidas”, explica o chefe de Divisão da CATI Regional Guaratinguetá, Osmar Felipe.

Ao reunir diferentes instituições e segmentos da sociedade, o encontro pretende consolidar uma rede de cooperação em torno da produção do pinhão paulista, contribuindo para que a conservação da araucária esteja associada à geração de renda, à valorização do patrimônio cultural e à permanência das famílias no campo. “Nosso objetivo é promover um trabalho contínuo na atividade. E este seminário é um exemplo, pois as propostas de cada segmento serão validadas em um fórum a ser realizado até o final do ano, onde pretendemos consolidar diretrizes técnicas e de organização para fortalecer a atividade e as famílias coletoras e conservar as araucárias”, salienta Priscilla, que é mestranda/pesquisadora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

Serviço
Seminário sobre a produção do pinhão em São Paulo – Desafios e oportunidades
Data: 30 de julho de 2026
Horário: das 9h às 18h
Local: Auditório da Câmara Municipal de Cunha
Endereço: Rua Dom Lino, 73, Centro, Cunha
Informações: (12) 99676 4130 – WhatsApp

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda