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Dólar acompanha exterior e cai para a faixa dos R$5,10

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Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO, 10 Jul (Reuters) – O dólar fechou a sexta-feira em baixa no Brasil e novamente na faixa dos R$5,10, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, onde o conflito no Oriente Médio seguiu no foco das atenções.

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O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,31%, aos R$5,1078, a menor cotação de fechamento desde 16 de junho, quando atingiu R$5,0894. Na semana, a moeda acumulou baixa de 1,18% e, no ano, recuo de 6,94%.

Às 17h03, o dólar futuro para agosto — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 0,17% na B3, aos R$5,1340.

No exterior, o dólar sustentou perdas ante o iene após a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmar que o governo quer incentivar fundos de pensão a aumentarem suas participações em ativos financeiros nacionais.

Além disso, a moeda norte-americana recuou ante divisas de países emergentes como o peso colombiano, o peso chileno e o peso mexicano, ainda que o cenário da guerra no Oriente Médio seguisse nebuloso.

Dados de rastreamento mostraram que navios-tanque de gás natural liquefeito passaram pelo Estreito de Ormuz nos últimos dias, enquanto 22 embarcações ligadas ao Japão deixaram o Golfo Pérsico desde terça-feira, mas o tráfego diário geral diminuiu à medida que as tensões entre EUA e Irã se intensificaram.

Durante a manhã, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o país concordou em negociar com o Irã, depois que Teerã pediu a continuação das discussões, mas acrescentou que o cessar-fogo entre as duas nações “acabou”.

O mercado no Brasil se alinhou à tendência externa e o dólar cedeu ante o real. Após marcar a máxima de R$5,1278 (+0,08%) às 11h33, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0985 (-0,49%) às 13h28. Da máxima para a mínima a divisa oscilou apenas 0,57%, uma indicação de que as margens foram estreitas.

No início do dia o destaque no Brasil foi a divulgação do IPCA, o índice oficial de inflação, referente a junho, que subiu 0,16%, ficando abaixo da taxa de 0,58% de maio e da projeção de 0,31% dos analistas ouvidos pela Reuters. Nos 12 meses até junho, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação ficou em 4,64%, abaixo dos 4,80% projetados.

O resultado abaixo do esperado fortaleceu no mercado a perspectiva de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central possa promover mais um corte de 25 pontos-base da Selic no início de agosto — algo que já vem sendo precificado no mercado. Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano.

A perspectiva de corte da Selic, somada à possibilidade de elevação dos juros norte-americanos — hoje na faixa de 3,50% a 3,75% — sugere um estreitamento do diferencial de juros entre Brasil e EUA, o que em tese pode reduzir a atratividade brasileira ao capital externo.

Nos últimos meses, esse diferencial de juros vinha sendo apontado como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil.

No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto.

Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,06%, a 100,970.

(Edição de Isabel Versiani)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda