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Chicago corrige cotações e milho recua nesta quarta-feira, também pressionado pela falta de confirmação de novas compras

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A quarta-feira (8) termina com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações negativas na Bolsa de Chicago (CBOT), indo na contramão de outras commodities agrícolas que tiveram um pregão de valorizações. 

Segundo a análise da Agrinvest, perdas nos principais vencimentos vieram após o mercado se frustrar pela não confirmação de novas compras chinesas. 

“No mercado físico havia rumores de que, além da soja, a China também havia comprado milho americano. Contudo, o USDA reportou apenas negociações da oleaginosa”, explicam os analistas. 

O analista de mercado da Royal Rural, Ronaldo Fernandes, aponta ainda um movimento de correção das posições e um olhar para as previsões do clima nos Estados Unidos. 

“Temos uma correção após altas exageradas. Depois, há previsões de chuvas para os próximos 7 dias no Corn Belt e, em tempo de desenvolvimento de safra é assim, em uma semana o clima piora e os preços sobem, na outra, o clima melhora e os preços caem”, diz. 

“Mas o milho também sofre hoje por outro motivo. Pesaram as falas de Trump ameaçando cortar o comércio com a Espanha por causa de gastos com defesa relacionados ao Irã. Isso ameaça cerca de 4 milhões de toneladas em vendas de milho dos EUA.  As ameaças de Trump nem sempre vão para frente, e já era esperada uma correção para o milho em Chicago, mas, com notícia adicional, é um empurrão a mais”, acrescenta Fernandes. 

 O vencimento julho/26 foi cotado a US$ 4,34 com queda de 7,75 pontos, o setembro/26 valeu US$ 4,35 com desvalorização de 8,75 pontos, o dezembro/26 foi negociado por US$ 4,56 com baixa de 8 pontos e o março/27 teve valor de US$ 4,71 com perda de 7,50 pontos. 

Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última terça-feira (7), de 1,75 pontos para o julho/26, de 1,97% para o setembro/26, de 1,72% para o dezembro/26 e de 1,57% para o março/27. 

Mercado Interno 

Os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) também contabilizaram movimentações negativas ao final do pregão desta quarta-feira, apesar de terem registrado altas em boa parte do dia. 

As principais posições do cereal acompanharam as quedas internacionais e receberam pressão negativa também do dólar, que se desvalorizou ante ao real nesta quarta-feira. 

Os analistas da Agrinvest destacam também que, no mercado físico, as cotações seguem com poucas alterações neste momento de colheita começando a ganhar ritmo. 

“No mercado físico não há grandes mudanças, a originação está avançando gradualmente à medida que a colheita avança. Os produtores venderam um pouco e aguardam novas oportunidades”, relata a consultoria. 

Em Jataí no estado de Goiás, por exemplo, a produtora rural Lia Katzer contou que o milho, que já foi negociado a R$ 55,00 a saca, agora fica ao redor de R$ 49,00. De acordo com a agricultora, esses patamares impedem novas vendas e são insuficientes para cobrir os altos custos de produção. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta quarta-feira 

O vencimento julho/26 foi cotado a R$ 64,85 com baixa de 0,17%, o setembro/26 valeu R$ 68,01 com desvalorização de 0,28%, o janeiro/27 foi negociado por R$ 73,91 com queda de 0,12% e o março/27 teve valor de R$ 75,37 com perda de 0,11%. 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho registrou ganhos neste meio de semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações em Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Palma Sola/SC, Jataí/GO, Rio Verde/GO e Eldorado/MS, enquanto as desvalorizações apareceram apenas em Sorriso/MT e Cândido Mota/SP.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda