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Agroconsult vê queda de 11% na exportação de milho do Brasil em 25/26

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SÃO PAULO, 25 Jun (Reuters) – A exportação de milho do Brasil em 2025/26 foi estimada nesta quinta-feira em 37 milhões de toneladas, queda de 11,3% em relação ao ciclo passado, na medida em que o país lida com a forte competitividade dos Estados Unidos e da Argentina, enquanto a crescente indústria brasileira de etanol oferece muitas vezes melhores opções de ganhos, avaliaram nesta quinta-feira analistas da Agroconsult.

Por outro lado, o consumo brasileiro de milho, impulsionado em parte pelas usinas de etanol, deverá crescer 7,3% na mesma comparação, para um patamar recorde de 105,5 milhões de toneladas.

Analistas da Agroconsult lembraram que os Estados Unidos colheram uma safra recorde ano passado, enquanto a Argentina está tendo a sua maior produção em 2026, o que amplia a competitividade dos concorrentes do Brasil, que nos últimos anos apareceu como segundo maior exportador, à frente dos argentinos em terceiro, mas atrás dos norte-americanos.

“O Brasil tem estoques recordes, mas quando olhamos os preços que a indústria de etanol paga, acima da paridade, estamos perdendo competitividade (na exportação)…”, disse Adriano Lo Turco, sócio da Agroconsult e gerente da consultoria para o mercado de grãos, ressaltando a grande oferta dos países concorrentes.

O Brasil já foi por um breve período, em anos recentes, o maior exportador global, quando exportou 54,4 milhões de toneladas em 2022/23. Em 2023/24, após uma frustração de safra, os embarques caíram para 37,4 milhões de toneladas, segundo os dados.

No ciclo passado (2024/25), quando o Brasil colheu um recorde de 152,3 milhões de toneladas, as exportações não passaram de 42 milhões de toneladas, acumulando estoques, o que indica preocupações para produtores em termos de preços.

Lo Turco disse que, pelos estoques abundantes, haveria até um viés de alta para as exportações. “Mas ele precisa se confirmar”, acrescentou, lembrando que há desafios ainda para exportar a países como o Irã, importante destino do cereal brasileiro, em meio a maiores custos logísticos por conta da guerra.

Desde maio, as perspectivas de exportações brasileiras foram reduzidas. A consultoria estimava 700 mil toneladas a mais para os embarques do país em 2026 em relação ao número atual, enquanto o consumo interno era 200 mil toneladas menor.

“Trocou um pouco de lado, o que a gente está reforçando é estoques. Se não for competitivo e exportar muito mais do que essas 37 milhões de toneladas, estaremos acumulando estoques”, disse.

As avaliações foram feitas durante apresentação de previsões da segunda safra de milho do Brasil, obtidas após o término do Rally da Safra.

Já o sócio-diretor da Agroconsult e coordenador do Rally, André Debastiani, ponderou que a temporada de exportação brasileira tende a ganhar ritmo no segundo semestre, quando o país conta com maior oferta da segunda safra.

“Agora que a exportação de milho começa, a partir de agora que começa o jogo”, disse ele.

(Por Roberto Samora; edição de Marta Nogueira)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda