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Açúcar fecha em baixa em NY pressionado por queda do petróleo

As cotações do açúcar encerraram o pregão desta quarta-feira (20) sem direção única nas principais bolsas internacionais, mas com viés baixista predominando em Nova Iorque. O mercado perdeu força ao longo da sessão após a forte queda do petróleo, que reduziu a competitividade do etanol e aumentou as expectativas de maior direcionamento da cana-de-açúcar para a produção de açúcar.

Na bolsa de Nova Iorque, o contrato julho do açúcar bruto fechou negociado a 14,73 cents por libra-peso, com recuo de 28 pontos.

Em Londres, o contrato agosto do açúcar branco encerrou praticamente estável, cotado a US$ 441,00 por tonelada.

Petróleo pressiona mercado do açúcar

Os preços do açúcar chegaram a subir no início do pregão, mas perderam sustentação diante da queda superior a 5% do petróleo no mercado internacional.

O movimento reduziu os preços do etanol e aumentou as apostas de que usinas em importantes países produtores possam direcionar uma parcela maior da cana para a fabricação de açúcar, ampliando a oferta global da commodity.

O setor sucroenergético segue sensível às oscilações do petróleo, já que mudanças na rentabilidade do etanol influenciam diretamente o mix de produção das usinas brasileiras.

OIA projeta recorde em 2025/26 e déficit em 2026/27

O mercado também continua repercutindo as projeções da Organização Internacional do Açúcar (OIA).

Na segunda-feira, as cotações chegaram às mínimas da semana após a entidade elevar sua estimativa de superávit global para a safra 2025/26.

A OIA projeta produção recorde de 182 milhões de toneladas no próximo ciclo, alta de 3,5% em relação ao ano anterior. A estimativa de excedente global foi elevada para 2,2 milhões de toneladas, acima da previsão anterior de 1,22 milhão de toneladas, revertendo o déficit de 3,46 milhões de toneladas registrado em 2024/25.

Apesar disso, a organização também prevê um cenário mais apertado para 2026/27. Segundo a entidade, a produção global deverá cair 1,15%, para 180 milhões de toneladas, enquanto o mercado pode registrar déficit de aproximadamente 262 mil toneladas.

A OIA atribui parte desse risco ao possível fortalecimento do fenômeno El Niño, que pode comprometer a produção de açúcar na Índia e na Tailândia.

Czarnikow vê superávit moderado

Além da OIA, o mercado segue acompanhando as novas projeções divulgadas pela Czarnikow.
A corretora estima um superávit global modesto de 1,4 milhão de toneladas para a safra 2026/27, impulsionado principalmente pelo aumento da produção na China.

A companhia, no entanto, alerta que o excedente pode desaparecer caso ocorram perdas climáticas relevantes ou se o Brasil ampliar o direcionamento da cana para o etanol.

“Agora é bem sabido em todo o mercado de açúcar que o crescimento do consumo tem sido realmente fraco nos últimos dois anos, mas faz tempo que não temos um risco de produção na escala que temos para 2026/27”, afirmou Stephen Geldart, chefe de análise da Czarnikow.

A corretora também revisou para cima sua projeção de superávit para 2025/26, elevando a estimativa para 6,8 milhões de toneladas, sustentada pela maior produção na China e na União Europeia.

Segundo analistas, o crescimento mais lento do consumo global, influenciado pelas preocupações com saúde e pela inflação dos alimentos, continua limitando uma recuperação mais consistente dos preços internacionais do açúcar.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda