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Vendas de diesel no Brasil sobem levemente em fevereiro, gasolina ganha fôlego, mostra ANP

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Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO, 31 Mar (Reuters) – As vendas de diesel B (com mistura de biodiesel) no Brasil registraram uma leve alta em fevereiro na comparação anual, impactadas pelo atraso da colheita da soja, enquanto a demanda por gasolina ganhou mais fôlego no período, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta terça-feira, e análise da consultoria StoneX.

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No segundo mês do ano, as vendas de diesel B somaram 5,32 bilhões de litros, alta de 0,8% em relação a fevereiro de 2025 e alta de 2,4% frente a janeiro, conforme dados da autarquia. Segundo a StoneX, o desempenho reflete a menor demanda do combustível na frente agrícola, diante do atraso da colheita da soja, que reduziu o transporte do grão no período.

“A recuperação do indicador de colheita em março, no entanto, é um fator que deve garantir um crescimento do consumo para transporte do grão até os centros consumidores e terminais de exportação”, afirmou Bruno Cordeiro, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No acumulado de janeiro a fevereiro, as vendas de diesel B totalizaram 10,52 bilhões de litros, queda de 1,3% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da ANP. A antecipação das compras por parte dos postos em dezembro, em meio ao aumento do ICMS em janeiro, e o atraso da colheita da soja seguem como os principais fatores por trás dessa redução, segundo Cordeiro.

Para os próximos meses, no entanto, a expectativa é de recuperação do indicador, com o início do plantio do milho contribuindo para uma maior demanda pelo combustível, disse o especialista.

GASOLINA

Já as vendas de gasolina ganharam mais fôlego em fevereiro, avançando para 3,76 bilhões de litros, o que representa uma alta de 10,3% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo a ANP.

“Esse movimento já era antecipado conforme o etanol hidratado se mostrou pouco competitivo no mês, com a paridade acima de 70% (fechada) em todos os Estados do país”, afirmou Isabela Garcia, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Segundo a consultoria, esse cenário ajudou a amenizar a queda sazonal das vendas de gasolina C, que tradicionalmente acompanham o enfraquecimento do consumo de combustíveis leves em fevereiro. No acumulado do primeiro bimestre, as vendas de gasolina somaram 7,68 milhões de metros cúbicos, alta de 5,9% na comparação anual.

Para os próximos meses, no entanto, a expectativa é de desaceleração do crescimento da demanda por gasolina C, especialmente a partir do segundo trimestre, segundo a StoneX. Em março, a alta dos preços da gasolina voltou a elevar a atratividade do etanol em alguns Estados, embora a resposta do consumo ocorra com defasagem.

“Assim, espera-se que a substituição da preferência entre álcool e gasolina será reforçada a partir de abril com o aumento da oferta do biocombustível em meio ao início da moagem no centro-sul”, disse Garcia.

A comercialização do etanol hidratado, por sua vez, recuou 11,5% na comparação anual, para 1,52 bilhão de litros em fevereiro. Já no acumulado do primeiro bimestre, as vendas do biocombustível somaram 3,17 bilhões de litros, queda de 10,8% em relação ao mesmo período de 2025.

(Por Marta NogueiraEdição de Alexandre Caverni)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda