A agenda da semana inclui visita à fazenda de algodão
Iniciaram nesta segunda-feira (9), os encontros da terceira turma da Brazilian Cotton School em Brasília (DF), no Hotel Quality, localizado no Setor de Múltiplas Atividades Sul. Esta edição conta com 60 menores e 36 participantes de diferentes regiões do país, incluindo Mato Grosso, Pernambuco, Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Rio Grande do Sul e até dos Estados Unidos.
Ao lado do palestrante veterano da Cotton School, Lucas Daltrozo, estreou como mentor na escola no primeiro dia de curso, Rodrigo Chimenez Franzon, pesquisador melhorista de algodão do Instituto Mato-Grossense do Algodão (IMAmt). O profissional, que atua na genética da cultura, com foco em resistência a doenças e nematoides e na qualidade da fibra e do caroço, abordou pontos como o planejamento, o plantio e o manejo do algodão no campo.

Rodrigo Chimenez Franzon, pesquisador melhorista de algodão do IMAmt
“A Cotton School é uma oportunidade de expor um pouco do trabalho desenvolvido por essa, que é uma instituição privada de produtores. É um momento de grande interação dos alunos interessados em conhecimento, desde a obtenção da qualidade da semente, até a comercialização do algodão, então é muito gratificante para mim”, declarou o pesquisador.
Os encontros da Cotton School seguem na capital e federal até sexta-feira (13), e continuam em São Paulo nas duas semanas posteriores. A grade curricular, que contempla o plantio, o armazenamento, a indústria têxtil e o mercado, inclui visitas técnicas a fazendas de algodão, fábrica, escola técnica do Senai e ao Porto e terminal em Santos (SP).
União de forças
A escola do algodão foi idealizada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), com a participação de produtores, exportadores, corretores e indústria. “A educação é essencial para o crescimento do setor algodoeiro. Mesmo em meio à revolução tecnológica, o capital humano continua sendo o principal diferencial do negócio, por isso, o segmento precisa estar cada vez mais preparado, qualificado e protagonista”, ressaltou o presidente da Anea, Dawid Wajs.


