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Tomate tem boa produção no Rio Grande do Sul

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, na Ceasa/Serra, o tomate de maior calibre e qualidade está sendo comercializado de R$ 3,00/kg para R$ 2,44/kg, porém no geral os produtores vêm recebendo R$ 40,00 ou menos pela caixa de 20kg. O preço está aquém do esperado, até porque a maior produção deve ocorrer ao longo de janeiro ainda. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (15/01), a maior parte da produção de tomate é transplantada em outubro e novembro, sendo colhida nos primeiros meses do ano, quando ocorre a maior produção. Produtores de estufa estendem o plantio, realizando o transplantio até janeiro para seguir colhendo até o início do inverno. Por enquanto, o tempo chuvoso dos últimos dias atrapalha um pouco os tratamentos e controles fitossanitários, já que quase todos os dias nos últimos períodos ocorreram pancadas de chuva.

Na região de Lajeado, em Feliz, o tomate cereja está em plena frutificação e colheita. Alguns produtores estão em fase final de colheita. Contudo, há produção no município praticamente ao longo de todo o ano. Não houve relatos de problemas fitossanitários, e a produção mantém padrão regular, com frutos de boa coloração e aceitação no mercado. O preço varia entre R$ 6,00 e R$ 8,00/kg.

Em Vale Real, a cultura do tomate é conduzida tanto em ambiente protegido quanto a campo. Nas áreas a céu aberto, os cultivos estão em fase final de colheita, com frutos de menor calibre e dificuldades de comercialização em função da qualidade do produto. Em ambiente protegido, observa-se alguns casos de ocorrência de pragas, como mosca-branca, pulgão e tripes, ocasionando prejuízos. No município, o cultivo do tomate ocorre em duas épocas principais: em agosto, cuja safra está em encerramento, e em fevereiro. O preço praticado para Ceasa varia de R$ 15,00 a R$ 40,00/cx. de 20 kg; no comércio local, de R$ 30,00 a R$ 40,00/cx.

OLERÍCOLAS NAS REGIÕES

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Uruguaiana, as folhosas recuperaram as produtividades afetadas pelo calor durante a última semana de dezembro. Devido ao clima ameno, com predomínio de sol entre nuvens e ao ambiente protegido para a produção, as culturas de alface e rúcula apresentam ótimo desenvolvimento. Os cultivos de couve, salsa e cebolinha estão satisfatórios. O controle de mariposa e traça tem sido efetivo, levando à redução dos impactos, principalmente na couve. A demanda por alface e rúcula está constante.

Na região de Ijuí, as olerícolas continuam se desenvolvendo bem, mas houve aumento da incidência de doenças devido ao tempo mais úmido, que tem se prolongado e dificultado aos produtores a aplicação de fungicidas. Alguns cultivos de folhosas a campo, como alface e repolho, não têm padrão de comercialização devido ao aumento de podridões nas folhas, em consequência da alta umidade em localidades onde os volumes de chuvas foram mais intensos.

Na de Santa Maria, a ocorrência de chuvas frequentes e bem distribuídas contribuiu para a reposição de água nos reservatórios, melhorando as condições hídricas e favorecendo o bom desempenho da produção olerícola na região. Os cultivos irrigados seguem com adequado potencial produtivo e desenvolvimento. As folhosas apresentam satisfatória qualidade, associada ao controle eficiente de doenças em casos pontuais, resultado das condições climáticas e das práticas de manejo adotadas.

Na de Pelotas, no município sede, as condições climáticas têm sido propícias para as atividades de preparo de solo, plantio e para o desenvolvimento dos cultivos. Houve aumento de preços para a maior parte das olerícolas em função da diminuição da oferta e do aumento na procura, especialmente de alface, couve, couve manteiga e salsa. Os preços do pimentão se elevaram um pouco. Em Herval, o plantio de moranga Cabotiá avançou para 90% da área.

Na de Santa Rosa, o tempo quente e seco no início da semana exigiu dos produtores a reorganização das áreas de olerícolas que haviam sofrido danos provocados pelas chuvas de alta intensidade das semanas anteriores. Foram refeitos canteiros afetados pela enxurrada e plantadas novas mudas para substituir as plantas danificadas pelo impacto das gotas das chuvas. As chuvas do final do período não causaram impactos aos cultivos e garantiram a manutenção da umidade do solo em níveis satisfatórios, diminuindo a necessidade de irrigação. Além das folhosas mais rústicas, como almeirão e couve, são colhidos abóbora, moranga e pepino, voltados ao autoconsumo ou comercializadas em feiras ou na venda direto ao consumidor. A recorrência de chuvas tem garantido boa produtividade de pepônios, mas também tem causado doenças foliares significativas, que danificam as folhas, reduzindo a produtividade. Os preços estão estáveis.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda