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Produção de figo apresenta boas condições e mercado favorável no Rio Grande do Sul

A Serra Gaúcha deve colher, nesta safra, cerca de 1,6 milhão de quilos de figo, cultivados em aproximadamente 150 hectares, distribuídos em cerca de 20 municípios da região. Nova Petrópolis é o município que lidera a produção de figo no Rio Grande do Sul, com 42 hectares, cerca de 600 toneladas estimadas e 55 famílias envolvidas.

O extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Thompson Didoné, destaca o caráter essencialmente familiar da produção. Para ele, somente na região administrativa de Caxias do Sul, que abrange 49 municípios da Serra Gaúcha, de 200 a 250 famílias estão diretamente envolvidas com a cultura do figo. “Os números mostram claramente que a produção de figo na Serra é basicamente familiar, com forte impacto econômico e social para as pequenas propriedades”, ressalta o extensionista.

Como forma de celebrar a cultura e valorizar os produtores, Nova Petrópolis realiza a 51ª Festa do Figo, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, na Sociedade Cultural e Esportiva de Linha Brasil. O evento destaca a produção local, a gastronomia e a importância da fruticultura para o desenvolvimento rural da região.

PRINCIPAIS PRODUTORES

Na sequência de municípios produtores aparecem Gramado, com 26 hectares e cerca de 60 famílias; Caxias do Sul, com 25 hectares e 38 famílias; e Antônio Prado, com 12 hectares e 22 famílias. “Os demais municípios da região possuem áreas menores, variando entre três e sete hectares, que, somadas, completam os 150 hectares cultivados na Serra Gaúcha”, explica Didoné.

DESTINO DA PRODUÇÃO

De acordo com o extensionista, cerca de 30% a 35% da produção é destinada ao consumo in natura, o chamado figo de mesa. O restante é utilizado para o processamento, especialmente na produção de doces, compotas, figada e figo verde, produtos tradicionais e bastante valorizados na região. “A maior parte do figo produzido na região tem destino agroindustrial, fortalecendo a agroindústria familiar e a diversificação da renda nas propriedades”, ressalta Didoné.

QUALIDADE GARANTIDA

A safra de figo deste ano registrou um atraso médio de cerca de 15 dias na colheita, em função das condições climáticas, especialmente dos frios mais tardios. Segundo o extensionista, esse atraso variou conforme a altitude das regiões. “Nas áreas mais baixas e quentes, como Nova Petrópolis, a colheita iniciou por volta do dia 20 de dezembro. Já nas regiões mais altas, a colheita deve começar em torno do dia 20 de janeiro”, detalha Didoné.

Apesar do atraso, a avaliação da safra é bastante positiva. “A qualidade do figo é considerada muito boa, sem problemas de sanidade, e o produto está sendo bem aceito pelo mercado”, ressalta.

PREÇOS E MERCADO

No início da safra, os figos de melhor classificação chegaram a ser comercializados entre R$ 15,00 e R$ 16,00 o quilo para consumo in natura. Atualmente, produtores de Nova Petrópolis recebem entre R$ 10,00 e R$ 12,00 o quilo, especialmente para a variedade Roxo de Valinhos, uma das mais cultivadas para o mercado de mesa.

“A Serra Gaúcha tem uma produção razoável, consistente e com boa aceitação comercial, o que reforça a importância do figo como alternativa de renda para a agricultura familiar”, destaca Didoné.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda