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Milho fecha 6ªfeira estável na B3, mas acumula perdas de até 1,7% na semana

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A sexta-feira (9) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro praticamente estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o mercado manteve-se estável, com muitos investidores aguardando os relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de segunda-feira, que incluirão os números finais das colheitas de milho e soja de 2025 e poderão influenciar os próximos movimentos significativos de preços em ambos os mercados.  

“Os relatórios incluem as atualizações mensais de oferta e demanda e trimestrais de estoques de grãos do USDA, juntamente com o Resumo Anual da Produção Agrícola, que normalmente apresenta as estimativas “finais” para a produção e produtividade de milho e soja nos EUA em 2025”, detalha a publicação. 

“Os ganhos desta semana sugerem que os investidores estão se posicionando para números potencialmente otimistas, incluindo as reduções esperadas para o milho nos Estados Unidos”, avalia Bruce Blythe, analista da Farm Futures. 

O vencimento março/26 foi cotado a US$ 4,45 com queda de 0,25 ponto, o maio/26 valeu US$ 4,53 com baixa de 0,25 ponto, o julho/26 foi negociado por US$ 4,46 com perda de 0,25 ponto e o setembro/26 teve valor de US$ 4,53 com desvalorização de 0,50 ponto. 

Esses índices representaram baixas, com relação ao fechamento da última quinta-feira (8), de 0,06% para o março/26, de 0,06% para o maio/26, de 0,05% para o julho/26 e de 0,11% para o setembro/26. 

No acumulado semanal, o cereal norte-americano registrou elevações de 0,28% para o março/26, de 0,39% para o maio/26, de 0,44% para o julho/26 e de 0,28% para o setembro/26, em relação ao fechamento da última sexta-feira (2). 

Mercado Interno 

Na Bolsa Brasileira (B3) as movimentações também foram restritas para os preços futuros do milho, que finalizaram o pregão desta sexta-feira com flutuações em campo misto. 

Na reta final de 2025 os preços do milho subiram no mercado brasileiro refletindo um aumento pontual de demanda, com compradores buscando abastecer seus estoques antes da virada do ano. Porém, com a chegada de 2026 esse movimento acabou e as cotações ficaram entre a estabilidade e leves quedas.  

Na visão de João Vitor Bastos, analista de mercado da Pátria Agronegócio, essa flutuação nos preços é reflexo da desaceleração de compras, mas pode estar perto de mudar, já que começa a haver sinais da retomada na demanda interna pelo cereal.  

O analista aponta que há dois anos o Brasil consumiu 82 milhões de toneladas de milho, patamar que subiu para 91 milhões no ano passado e deve chegar em 95 milhões de toneladas para 2026, em um crescimento ligado ao setor de rações e nas usinas de etanol de milho.  

Outro ponto importante de foco do mercado é a segunda safra que será plantada neste ano. Bastos aponta que muitas regiões vão ter janelas de semeadura apertadas e outras culturas, como o sorgo, podem ganhar espaço no mix produtivo da safrinha. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta sexta-feira 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho não registrou nenhuma flutuação percebida pelo levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas neste último dia da semana. 

O vencimento janeiro/26 foi cotado a R$ 68,73 com queda de 0,13%, o março/26 valeu R$ 72,89 com alta de 0,30%, maio/26 foi negociado por R$ 72,35 com estabilidade e o julho/26 teve valor de R$ 70,32 com perda de 0,33%. 

No acumulado semanal, o cereal brasileiro registrou baixas de 1,74% para o janeiro/26, de 1,63% para o março/26, de 1,20% para o maio/26 e de 0,01% para o julho/26, com relação ao fechamento da última sexta-feira (2).

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda