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Dia do Agricultor: Cérebros, não tratores, movem a agricultura, por Dr. Evaristo de Miranda

28 de julho é o Dia Nacional do Agricultor, instituído em 1960 para homenagear o centenário da criação do Ministério da Agricultura pelo Imperador Dom Pedro II (Decreto 1.067). Os agricultores merecem ser mais conhecidos e reconhecidos, dado o papel fundamental da agropecuária no desenvolvimento atual e futuro do país.

Nenhuma categoria se profissionalizou tanto e viveu transformações tão intensas como a do agricultor, nos últimos 40 anos. Graças ao seu trabalho, resiliência, empreendedorismo e capacidade de inovar, longe da tutela estatal, o país deixou de importar alimentos e é um grande exportador.

O abastecimento interno é atendido com produtos nacionais, mais baratos e de melhor qualidade. Em 1970, o brasileiro comia em média 3kg de frango por ano. Em 2024, o consumo médio foi de 46 kg. A diversidade da oferta de frutas, verduras e legumes nos supermercados supera a da maioria dos países, assim como nos derivados lácteos.

De 1973 para cá, 20 produtos da cesta básica tiveram redução de preço. Onde cresce o PIB do agro, cai a desigualdade, aumenta renda e emprego. Em 2024 houve outro recorde com 28,2 milhões empregos no agro. Esse desenvolvimento rural beneficia, sobretudo, o mundo urbano. Inconsciente dessa realidade, parte dos urbanos cultiva discursos hostis ao agro, como em altas esferas governamentais.

Com ciência aplicada, o Brasil criou de um modelo competitivo de agricultura tropical, desenvolveu variedades adaptadas de plantas e animais e transformou solos pobres e inaptos à agricultura em terras férteis. Instituições de pesquisa, como o Instituto Agronômico de Campinas (criado por D. Pedro II) e a Embrapa (criada pelo presidente E. G. Médici), foram a base para um sistema original de agricultura tropical, único no mundo. Ele permitiu transformações extraordinárias no campo e nas cidades, e consolidou um agronegócio associado ao desenvolvimento industrial. O agro garante a segurança do abastecimento, ocupa espaços no comercio internacional e dá ao Brasil um novo peso geopolítico.

A conjugação da agricultura com a indústria no fornecimento de máquinas, equipamentos, adubos, defensivos, sementes melhoradas, aviação agrícola, estruturas de armazenagem e transformação com gente qualificada gerou um sólido e eficiente sistema agroindustrial, base do agronegócio.

Vegetação nativa e florestas preservadas pelos agricultores, em suas terras privadas e a seu ônus exclusivo, representam 33,2% do território nacional e um patrimônio fundiário imobilizado para o meio ambiente da ordem de 3 trilhões de reais. Ninguém, nenhuma categoria profissional, dedica tanto tempo, recursos e meios a preservar o meio ambiente quanto o agricultor.

É preciso tirar o debate sobre produção rural das divergências ideológicas e situá-lo, de forma pragmática, no projeto de país. As políticas agrícolas, agrárias e de logística deveriam ser mais favoráveis ao agronegócio e não contrárias a ele. Não se trata de agradar um setor. Elas beneficiam a sociedade como um todo, sobretudo o setor urbano.

Quem move a agropecuária brasileira não são tratores ou máquinas, são cérebros. E se ainda existe um ser pensante neste país, é o agricultor.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda