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Avanços tecnológicos elevam mandiocultura a novo patamar

Cultura presente em praticamente todo o Paraná, a mandioca sempre foi considerada uma “adversária” do solo. Isso porque convencionalmente seu manejo exige gradação e revolvimento da terra, o que colabora para o surgimento de ervas daninhas e da erosão. Mas, por meio do uso do Plantio Direto (PD), técnica amplamente usada nas lavouras de grãos do Estado, essa imagem tem mudado na mandiocultura. Para que as manivas de mandioca pudessem ser plantadas neste sistema foi preciso o desenvolvimento de novos cultivares e maquinários adaptados.

“Quando o Plantio Direto chegou ao Brasil, na década de 1970, a mandioca entrou na onda, mas como não havia cultivares adaptadas, isso levou tempo, pois a mandioca tem pouca variabilidade genética. É uma planta nativa que ninguém mais no mundo estuda”, relata o técnico Bruno Vizioli, do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema FAEP/SENAR-PR.

Os resultados deste trabalho começaram a surgir há cinco anos, tanto na forma de cultivares aptas ao Sistema de PD, quanto em maquinários adaptados para o plantio da maniva na palhada. “Fomos testando variedades e algumas se mostraram aptas ao Plantio Direto. A muda da variedade tem que ser um pouquinho mais tolerante à estiagem”, explica o pesquisador do IDR-Paraná Mario Takahashi, que participou do processo de descoberta das variedades utilizadas ao Sistema de Plantio Direto.

O pesquisador observa que a mandioca encontra diferentes situações de cultivo no Estado. “Se pegar região onde a sequência da rotação de culturas envolve grãos, a mandioca entra num esquema muito bom, em cima da palha do milho. Devido ao seu sistema radicular, ela promove a recirculação de nutrientes. Se entrar no esquema de rotação de culturas, a próxima lavoura de soja vem muito bem também”, observa.

Porém nem sempre é possível esse cuidado. “Na região do Arenito Caiuá, onde tem rotação com pastagem, existe uma dificuldade em implantar o PD, pois muitos são arrendatários. Eles não conseguem entrar com antecedência para preparar o terreno”, avalia.

Esse é o caso de Carlos Eduardo Maia, que planta mandioca em uma área de 300 hectares em São João do Caiuá. Atento às novas tecnologias, o produtor já participou de Dias de Campo que apresentaram o PD na cultura da mandioca e se interessou pela possibilidade. “A gente pensa em adotar essa técnica, mas para isso precisamos de mais conhecimento, adaptar a plantadeira. Mas vemos que é a tendência”, diz Maia, que observa diversas vantagens no sistema. “O preparo de solo vai ser muito mais ágil. Hoje você tem que gradear a terra para o plantio. Também tem a questão do meio ambiente e conservação de solo. Com a palhada, a terra não fica exposta, você tem menos problema com ervas daninhas e com erosão”, avalia.

Outra vantagem observada pelo produtor diz respeito à mão de obra. “Se houver investimento nessas duas tecnologias, PD e colheita mecanizada, teremos uma otimização nos custos de mão de obra”, prevê Maia.

Por enquanto o produtor aguarda a consolidação da técnica para adotar na mandioca. “Ainda falta uma assistência técnica, tanto na questão do maquinário quanto questão agronômica”, diz.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda