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RTRS lança certificação para produção de milho e anuncia mudanças para aquisição do selo sustentável para a soja

A RTRS, Round Table on Responsible Soy Association, organização reconhecida mundialmente como mesa redonda global, multissetorial e proprietária de esquemas de certificação, anuncia o lançamento do Padrão RTRS para a Produção de Milho Responsável. A novidade cria sinergia e oportunidade para replicar a certificação de soja na cultura do milho que, habitualmente, é incluída na rotação de cultivo do grão. Muitos dos requisitos estabelecidos no padrão de soja são aplicáveis ao milho, por isso a integração de um sistema de certificação soja/milho é possível com a adição de requisitos trabalhados com um grupo multi-stakeholder. Desta forma, o Padrão RTRS para a Produção de Milho Responsável chega como add-on para o padrão de soja existente e não de forma independente.

A novidade estará disponível a todos os produtores certificados RTRS para soja que queiram incluir sua produção de milho, conforme este novo padrão. Para isso, o produtor deverá cumprir com 14 critérios adicionais aos mais de 100 requisitos estabelecidos pelo Padrão RTRS para a Produção de Soja Responsável. “O produtor poderá capitalizar suas conquistas de sustentabilidade e expandir sua oferta de culturas produzidas de maneira responsável, e para as empresas compradoras de milho para alimentação animal e humana, será oferecida uma nova cadeia produtiva rastreável”, destaca Cid Sanches, Consultor Externo da RTRS no Brasil.

O milho é o cereal de maior importância em termos de produção global e o segundo mais relevante quanto à dimensão da área semeada. A produção mundial de milho tem aumentado 40% em dez anos: de 820 milhões de toneladas em 2009 para mais de 1,1 bilhão de toneladas em 2019, segundo o relatório Fatores de Conversão de Milho, realizado pela RTRS em parceria com a Universidade Austral e 3keel, consultoria de sustentabilidade com sede em Oxford. Seu principal destino é a alimentação animal, mas também a espiga pode ser consumida ou destinada para a indústria da moagem úmida ou seca. Para o mercado, incorporar o milho produzido de forma sustentável representa novas oportunidades de transformação das cadeias de suprimento de maneira sustentável e mais abrangente. Portanto, o padrão de certificação de milho amplia o valor e benefícios à certificação RTRS e à mesa-redonda global multissetorial.

Além desta novidade, a RTRS anuncia mudanças no Padrão RTRS para a Produção de Soja Responsável. O protocolo de certificação global que visa promover a produção de soja sustentável no mundo é alicerçado em cinco princípios: cumprimento legal e boas práticas comerciais, condições de trabalho responsável, bom relacionamento com as comunidades, responsabilidade ambiental e boas práticas agrícolas.

Após dois anos de um sólido processo de revisão dos cinco princípios das normas do Padrão RTRS para a Produção de Soja Responsável, iniciado em 2019, a organização incluiu requisitos baseados nas diretrizes de melhores práticas internas e internacionalmente reconhecidas, que cumprem com o Código de Boas Práticas da ISEAL – associação global, presente em cem países, que apoia sistemas de sustentabilidade. A RTRS é membro da Comunidade ISEAL desde 2020.

A nova versão, agora Padrão de Produção de Soja Responsável V4.0, começa a vigorar a partir de Dezembro para novas certificações e os produtores que já possuem o selo RTRS terão prazo de um ano para implantação. “A versão V4.0 do Padrão RTRS para a Produção de Soja Responsável traz atualizações para melhoria e atendimento das boas práticas agrícolas como a rotação de cultivos, plantio direto e questões de aspectos social como respeito aos direitos dos povos indígenas, e ambiental no que tange a não conversão e desmatamento, além de demais questões que serão requisitadas aos produtores que pretendem estender a certificação RTRS para o milho cultivado em sua propriedade”, complementa Cid Sanches.

Implementos do Padrão de Produção de Soja Responsável V4.0:

?     A nova versão potencializa o alinhamento da RTRS às principais expectativas e definições da Accountability Framework Initiative (AFi) e passa a adotar indicadores de conformidade com o Guia, especialmente no que diz respeito a desmatamento, não conversão de terras naturais e direitos humanos, em particular quanto às comunidades indígenas.

?     Inclui os critérios, definições e formulações para alinhar a terminologia às Diretrizes de Suprimento 2021 da FEFAC (Federação Europeia de Produtores de Feed). Desta forma, o Padrão da RTRS para a Produção de Soja Responsável V4.0 passa a complementar as recomendações dirigidas aos operadores de alimentos balanceados e parceiros da cadeia que querem obter sua soja de acordo com os requisitos da indústria europeia de alimentos balanceados, válido para a produção responsável de soja dentro e fora da Europa. 

?     Aproxima as adequações do padrão para uma terminologia de igualdade de gênero, incluindo os artigos o/a para referir-se ao produtor/agricultor e modifica os requisitos que abordam questões de gênero, agora, um pouco mais alinhados ao Sustainable Development Goals (SDGs).

?     Inclusão da “Data Collection Sheet” que permitirá coletar informações de impacto de acordo com o projeto de pegada ambiental da ISEAL e RTRS.

Além destas implantações, a RTRS mantém e fortalece os critérios de verificação e acreditação robustos e confiáveis. Os novos alinhamentos buscam assegurar sinergias e complementar os requerimentos do segmento e do mercado, contribuindo para o cumprimento dos objetivos de sustentabilidade.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda