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Ainda em campo positivo, os futuros do grão e do óleo de soja amenizam suas altas registradas na Bolsa de Chicago, apesar da continuidade do avanço de mais de 3% no mercado do petróleo. Perto de 12h20 (horário de BrasÃlia), o mercado do grão já passava a operar em campo misto, com estabilidade e oscilações bastante tÃmidas. Assim, a soja tinha alta de 1,75 ponto no janeiro, cotado a US$ 12,19, enquanto o maio perdia 0,50 ponto para valer US$ 12,34 por bushel.Â
O óleo, que chegou a subir mais de 1% ao longo da manhã, também caminhava de lado, com estabilidade, com a primeira posição caindo 0,13% para 55,15 cents de dólar por libra-peso. No mesmo momento, o farelo tinha baixa de 0,2% para levar a tonelada curta a US$ 341,20.
A estabilidade observada no mercado de grãos e derivados de soja na Bolsa de Chicago é diferente, porém, do mercado do petróleo, onde as altas ainda são expressivas e passam dos 3% tanto para o brent – com o barril valendo US$ 71,65 – quanto para o WTI – que é cotado a US$ 68,43.Â
Além de todas as questões ligadas à variante ômicron do coronavÃrus, das incertezas geradas no ambiente e de seus impactos nos principais mercados, o mercado da soja também mantém seu foco sobre o desenvolvimento da nova safra da América do Sul.Â
Por aqui a safra caminha bem, salvo pontos, principalmente no Sul do Brasil, onde as chuvas agora se mostram abaixo da média. Na Argentina, há uma mairo extensão territorial onde a falta de precipitações castiga as áreas, mas que também ainda são insuficientes para mexer nas estimativas públicas e privadas da safra argentina.Â
E ambos os cenários acabam contendo, ao menos em partes, o Ãmpeto de altas dos preços da oleaginosa na CBOT.Â
Segundo informações apuradas pelo Grupo Labhoro, “o modelo GFS reduziu os volumes para a região Sul, deixando o clima predominantemente seco em boa parte da região, com chuvas leves no centro e oeste de Santa Catarina e moderadas no leste do estado e também do Paraná. Nas demais regiões, as chuvas moderadas a fortes são mantidas para os próximos dez dias. Na Argentina, clima predominantemente seco em boa parte do paÃs, com chuvas sendo indicadas em La Pampa e sul de Buenos Aires”.Â