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B3 aposta em parceria com CME para tornar referência novo contrato de soja

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O novo contrato futuro de soja brasileira da B3 tem grandes chances de se tornar uma referência para operadores globais, com o Brasil ampliando sua dominância neste mercado nos próximos anos.

Mas um fator chave para confirmar essa expectativa é a pré-existência de um derivativo –hoje oferecido pela CME, controladora da bolsa de Chicago– com as mesmas características do produto que será lançado na B3 no próximo dia 29.

A avaliação é do superintendente de Commodities da B3, Louis Gourbin, que em entrevista à Reuters destacou a parceria com o grupo dono da bolsa de Chicago, referência global para grãos e oleaginosas.

“Temos um novo conceito, diria até que é algo inédito, em que a B3 e a CME cocriaram um novo ativo, aliás um conjunto de novos ativos”, disse Gourbin, lembrando que além dos futuros de soja serão lançados contratos de opções.

O executivo avalia que o chamado contrato de soja sul-americana –lançado há cerca de um ano pela CME– será o impulso definitivo para o produto.

“O contrato da CME vai ajudar no lançamento do contrato Brasil, provavelmente vamos alcançar o nível que eles estão mais rapidamente e depois crescer juntos, uma vez que há complementariedades.”

Assim como o contrato de CME, o novo derivativo da B3 terá como referência o preço de exportação no porto de Santos, principal polo exportador brasileiro, e liquidação financeira calculada em dólares por tonelada pelo índice S&P Global Platts.

“Cada um vai ser negociado em sua bolsa, com suas regras, sua clearing, seu regulador, mas, por ser uma parceria, B3 e CME estão fazendo o máximo para os contratos convergirem”, disse Gourbin.

Ele ressaltou que os contratos poderão ser liquidados somente na bolsa de origem, mas por terem as mesmas características isso favorecerá arbitragens.

“O Brasil se tornou o maior produtor de soja dos últimos anos, acho que conceitualmente, em termos de oferta e demanda, era justificado ter um derivativo nacional de precificação e gestão de risco”, frisou, lembrando que a demanda por soja é crescente no mundo.

Ele comentou que, de forma geral, os instrumentos de gerenciamento de risco de preço em bolsa têm em Chicago sua referência global, mas destacou que há “distorções” para os brasileiros, que ficaram mais evidentes durante a guerra comercial entre China e EUA.

A B3 possui um mini contrato de soja de Chicago, mas avalia que o novo ativo dará mais opções para os operadores que atuam no Brasil.

O novo contrato poderá atender produtores e compradores, como cooperativas, revendas, cerealistas, indústrias, além das tradings nacionais ou internacionais.

Questionado sobre o fato de o contrato ter apenas liquidação financeira, e não física, o superintendente de Commodities da B3 disse que todos os derivativos podem funcionar bem desde que tenham transparência, robustez e credibilidade, o que ele acredita ser o caso do novo produto.

Ele não descartou, contudo, que a B3 possa avaliar a construção de um contrato com entrega física se houver demanda para isso.

No entanto, afirmou que derivativos com liquidação financeira são uma tendência global, e a bolsa já tem experiência em contratos do gênero, de boi gordo a etanol, entre outros.

(Por Roberto Samora)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda