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Segundo informações da Associação Comercial de Santos, a greve dos caminhoneiros segue impedindo o fluxo de veÃculos no Porto de Santos e, consequentemente, impedindo também a circulação de cargas e contêineres nos terminais retroportuários. Segundo analistas, a greve pode trazer ainda mais problemas ao caos logÃstico enfrentado por todo setor produtivo do paÃs.Â
A greve teve inÃcio em 1º de novembro e os manifestantes reivindicam a queda nos preços de combustÃveis, assim como o retorno da aposentadoria especial da categoria com 25 anos de contribuição. Em relação aos embarques de mercadorias agrÃcolas, a Associação afirma que os setores de café, carne e algodão sentem os maiores impactos. O setor de grãos, assim como o de açúcar, fazem o transporte por meio ferroviário e sentem menos impactos.Â
De acordo com Eduardo Lopes, para solucionar os impasses, o Ministério da Infraestrutura começou ontem uma operação com a PolÃcia Rodoviária. A ação conta com um efetivo de 200 policiais, que tem como principal objetivo a formação de um corredor de segurança desde o acesso aos terminais até a subida da Serra do Mar. “A circulação do caminhões está comprometida e isso traz um prejuÃzo enorme para o setor. O terminal recebem, por dia, pelo menos 2 mil contêineres e entre 5 e 7 mil contêineres deixaram de ser embarcados”, comenta.Â
O NotÃcias AgrÃcolas entrou em contato com o Porto de Santos, via assessoria, e aguarda retorno.
Veja nota divulgada pela PRF na Ãntegra:Â
A PolÃcia Militar, PolÃcia Rodoviária Federal, PolÃcia Federal e a Guarda Portuária, através da coordenação da Cesportos/SP, órgão responsável pela segurança pública portuária, uniram forças numa força tarefa estratégica dos órgãos de Segurança Pública no Porto de Santos nesta quinta-feira (04). O objetivo da operação integrada é a garantia da fluidez de cargas através do maior porto marÃtimo da América Latina.
A iminente greve de caminhoneiros autônomos tem inspirado receio nos trabalhadores do transporte, que temendo sofrerem represálias, ameaçam deixar de carregar e descarregar cargas no porto.
Visando coibir qualquer cerceamento da fluidez do transporte, a força tarefa composta pela PolÃcia Militar, PolÃcia Rodoviária Federal, PolÃcia Rodoviária Estadual, PolÃcia Federal e Guarda Portuária, propõe aumentar a percepção de segurança em torno do perÃmetro adjacente ao Porto, a fim de proporcionar segurança aos transportadores de carga que atuam no escoamento da produção nacional pelo porto.
A operação seguirá até que a situação esteja normalizada no porto. A PolÃcia Militar e as PolÃcias Rodoviárias Federal e Estadual estão, juntas, intensificando o patrulhamento na região portuária, com o intuito de realizar a prevenção da ordem pública, bem como de assegurar o direito de ir e vir das pessoas até que a situação se normalize.