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Sistema FAEP/SENAR-PR anuncia levantamento de custos de produção de aves e suínos

Conhecer os números do próprio negócio é fundamental em qualquer situação. No caso da produção de aves e suínos, essa importância ganha relevância adicional, por serem atividades impactadas por fatores externos, como o custo da alimentação animal (soja e milho) e da energia elétrica, entre outros.

Atento a essa questão, o Sistema FAEP/SENAR-PR promove, anualmente, o levantamento de custos de produção de aves e suínos. Trata-se de uma ação alinhada com o trabalho das Comissões Técnicas de Avicultura e Suinocultura, para identificar os principais itens que compõem os custos de produção das duas cadeias produtivas. 

Para levantar estes dados, a participação ativa dos criadores e pecuaristas é fundamental. Por meio de reuniões nas principais regiões produtoras do Paraná, este público leva seus números para compor um quadro geral e detalhado da atividade. A metodologia utilizada para os cálculos foi desenvolvia pelo especialista em economia rural Ademir Francisco Girotto, com base em procedimento utilizado pela Embrapa e que conta com respaldo das agroindústrias. 

Esse trabalho acontece por meio de duas rodadas de reuniões para o levantamento de dados no ano. Os primeiros encontros de 2021 ocorreram em maio e junho. A próxima rodada acontece em novembro deste ano (veja no quadro na página ao lado). Por conta da pandemia do novo coronavírus, os encontros serão realizados de forma remota, por meio de videoconferência online. Os participantes receberão um link e poderão entrar na reunião a partir do seu computador pessoal ou celular. Aqueles que tiverem dificuldade com este sistema podem ir até o sindicato rural local para participar. 

Aves 

Para o presidente da Comissão Técnica de Avicultura da FAEP e presidente do Sindicato Rural de Cianorte, na região Norte, Diener Gonçalves, este levantamento é de suma importância para os avicultores, que, muitas vezes, são carentes de informações. “É um trabalho que vai ser muito útil nas horas de negociação com as indústrias, fornecendo argumentos e contra-argumentos para serem colocados na mesa”, observa. 

Porém, para que os números levantados reflitam a realidade da cadeia produtiva, é necessário a participação efetiva dos produtores. “Nos últimos anos houve uma queda na participação dos avicultores no levantamento de custos. Mas acredito que é muito importante que participem para esse trabalho ficar ainda melhor”, avalia o dirigente de Cianorte. 

Suínos 

Para o levantamento de custos da suinocultura, a segunda rodada de reuniões deste ano terá uma nova divisão, de modo a facilitar a coleta de informações. Ao invés dos encontros serem por regiões, como anteriormente, serão divididos por fase produtiva (crechário, produção de leitões, ciclo completo, etc.). 

“É importante que todos participem, pois quanto maior o número de pessoas, maior a confiabilidade das informações”, avalia a presidente da Comissão Técnica de Suinocultura da FAEP, Deborah de Geus. 

“Nessas reuniões você consegue promover a interação e a troca de informações. Às vezes, um produtor tem um sistema de aquecimento, um equipamento diferente com o qual ele consegue reduzir o impacto dessa despesa. Com esse trabalho de compilação de dados da FAEP, o produtor consegue analisar onde está e onde pode chegar e, assim melhorar a lucratividade da sua atividade”, observa a dirigente. 

O que é preciso levar nas reuniões? 

Para participar, o produtor rural, vendedor de insumos e implementos, técnicos e representantes da área têm disponibilidade de acessar a reunião de qualquer local, por meio de um link encaminhado para os sindicatos rurais. Os participantes também devem levar para as reuniões todas as informações mais detalhadas de seus gastos e receitas na propriedade, tais como: 

• Contas de água; 

• Contas de energia elétrica; 

• Custos com combustíveis (gasolina, diesel, carvão e lenha); 

• Valor recebido por animal da entrega dos lotes; 

• Custos com medicamentos; 

• Custos com alimentação (rações e suplementos); 

• Valor do pró-labore; 

• Holerite de funcionários. 

Lembrando que essas informações serão apenas repassadas, sem registros de cópias ou documentos com valores. 

Confira as datas das reuniões em novembro: 

SUINOCULTURA 

• 03/11 às 14h – Fase UPD e UPL: Produtores de suínos da fase de UPD e UPL da região Oeste, Sudoeste e Campos Gerais. 

• 04/11 às 9h – Fase Crechário: Produtores de suínos da fase de crechário da região Oeste, Sudoeste e Campos Gerais. 

• 04/11 às 14h – Fase UPT/ crescimento e terminação: Produtores de suínos da fase de UPT/ crescimento e terminação da região Oeste, Sudoeste e Campos Gerais. 

• 05/11 às 14h – Fase ciclo completo: Produtores de suínos da fase ciclo completo da região Oeste, Sudoeste e Campos Gerais. Siglas: UPD (Unidade Produtora de Leitões Desmamados); UPL (Unidade Produtora de Leitões); UPT (Unidade Produtora de Terminados). 

AVICULTURA 

• 08/11 às 9h – Cambará: Local de apoio no Sindicato Rural de Cambará; 

• 08/11 às 14h – Castro: Local de apoio no Sindicato Rural de Castro; 

• 09/11 às 9h – Chopinzinho: Local de apoio no Sindicato Rural de Chopinzinho; 

• 09/11 às 14h – Cianorte: Local de apoio no Sindicato Rural de Cianorte; 

•10/11 às 9h – Londrina: Local de apoio no Sindicato Rural de Londrina; 

•10/11 às 14h – Dois Vizinhos: Local de apoio no Sindicato Rural de Dois Vizinhos; 

•11/11 às 9h – Toledo: Local de apoio no Sindicato Rural de Toledo; 

•11/11 às 14h – Paranavaí: Local de apoio no Sindicato Rural de Paranavaí; 

•12/11 às 9h – Cascavel: Local de apoio no Sindicato Rural de Cascavel.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda