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Agronegócio paranaense cria programa de incentivo ao plantio de cereais de inverno

Com a escassez do milho e, consequentemente, a alta dos preços do grão, o agronegócio paranaense tem se mobilizado em busca de alternativas para superar esse momento. A mais recente delas é a campanha de incentivo ao plantio de cereais de inverno, lançada pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná – Sindiavipar, pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Ocepar e Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), levando em conta que há disponibilidade de áreas ociosas neste período, no Estado do Paraná, e consumidores potenciais desses produtos.

“Ela tem por objetivo que o estado plante mais cereais no próximo ano em razão da escassez e da alta do preço do milho. Sendo assim, nós como representantes das indústrias avícolas, junto a Seab e outras entidades do agronegócio, criamos o programa para incentivar o cultivo dessas culturas de inverno para que possam, de alguma forma, substituir o milho, e também, quem sabe, tornar esse cultivo de inverno permanente no Paraná”, explica o presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues.

Foi instituído um Comitê Técnico-Científico para finalizar o Projeto Técnico, que será a base para o programa voltado ao fomento, capacitação, assistência técnica e, principalmente, organização para a comercialização da produção. O grupo é composto por representantes técnicos de várias entidades públicas e privadas, entre elas proponentes e beneficiárias, que são de pesquisa e assistência técnica, capacitação, cooperativas, indústrias e produtores.

Caberá ao Comitê definir espécies a serem fomentadas e as regiões mais apropriadas, avaliar a disponibilidade de insumos, apresentar mapa com áreas aptas aos cultivos de cada espécie e a disponibilidade de consumidores finais, além de indicar instrumentos que estabeleçam garantias para produtores e consumidores envolvidos. O programa estruturante também deverá prever formas de conectar agricultores e indústrias consumidoras, estabelecendo bases para o crescimento sustentável da área cultivada com cereais de inverno no Paraná.

A assinatura do termo da campanha foi realizada pelo presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues, o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado, Norberto Ortigara, o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, e o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Ágide Meneguette, representado no ato pelo vice-presidente da federação, Paulo Orso. A solenidade aconteceu nesta quarta-feira (1), durante o Show Rural de Inverno.

Milho verão

Outra ação colocada em prática pelo Sindiavipar, visando mitigar os impactos negativos que esse cenário tem trazido para a avicultura, é a mobilização de empresas associadas para a realização de contratos de compra e venda com produtores de milho para incentivar o plantio de verão. Estas negociações já foram iniciadas por algumas indústrias do setor.

“Os produtores já fizeram esses seus pacotes tecnológicos para plantar soja, mas, no momento, o milho está rentabilizando mais o agricultor que a oleaginosa. Sendo assim, nós, como setor, estamos conversando para oferecermos um preço, em contratos, que seja estímulo para o produtor plantar o milho em, pelo menos, uma parcela da sua área. Dessa forma, poderíamos ter, no verão, uma boa colheita do grão, e amenizar um pouco a falta desse insumo”, complementa Rodrigues.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda