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Montadoras reduzem projeções de produção e venda de veículos em 2021

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SÃO PAULO (Reuters) – O setor de veículos do Brasil cortou nesta quarta-feira expectativas de vendas e de produção para este ano, em meio ao impacto de restrições na oferta de componentes como chips e pneus, segundo dados informados pela associação de montadoras, Anfavea.

A expectativa para o licenciamento de veículos foi reduzida de alta de 15% para crescimento de 13%, para 2,32 milhões de unidades, com corte maior no segmento de automóveis, cuja expectativa de aumento caiu pela metade: de 14% para 7%.

A revisão no prognóstico geral foi contida pelo segmento de comerciais leves, formado por picapes, SUVs e vans. Neste caso, a Anfavea melhorou a projeção de alta de 18% nas vendas neste ano para aumento de 33%, a 450 mil unidades.

A indústria tem focado em veículos de maior rentabilidade, caso de SUVs, que no primeiro semestre, pela primeira vez, praticamente empataram com carros hatch sua participação no total de veículos leves vendidos, ficando com fatia de 39%.

A Anfavea também elevou a projeção de emplacamentos de caminhões este ano, de alta de 13% para crescimento de 36%, a 122 mil veículos, em meio à demanda do agronegócio e setores extravistas, como mineração, por modelos pesados.

Já na produção, a expectativa passou de crescimento de 25% para expansão de 22% neste ano, para 2,46 milhões de unidades, com o crescimento esperado de montagem de veículos pesados passando de 23% para 42%, enquanto em leves a estimativa caiu de alta de 25% para aumento de 21%.

CHIPS

No primeiro semestre, a indústria nacional deixou de produzir entre 100 mil e 120 mil veículos, com impactos maiores decorrentes da falta de fornecimento de chips sendo sentidos pelo segmento de automóveis, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a jornalistas.

O volume que a indústria de veículos deixou de produzir no Brasil na primeira metade do ano é equivalente a até cerca de 10% do total montado no período, de 1,15 milhão de unidades, segundo os dados da Anfavea.

A estimativa de perda de produção no Brasil é baseada em levantamento da consultoria Boston Consulting Group (BCG), citado por Moraes, que apontou que na América do Sul, o volume de veículos que deixou de ser fabricado de janeiro ao fim de junho por conta de crise na oferta de chips foi de 162 mil unidades.

“A expectativa da indústria é que o problema (escassez de chips) comece a ser resolvido a partir do segundo semestre de 2022”, disse Moraes. “Há falta de pneus também, mas hoje o tema mais complexo é semicondutor…Estamos tentando mitigar o risco, mas é muito difícil afirmar que esse tema vai ser resolvido (este ano).”

Na semana passada, a associação de concessionários de veículos, Fenabrave, afirmou que espera que uma melhora no quadro da oferta de veículos das montadoras a partir de abril do próximo ano.

MERCADO EM JUNHO

A produção de veículos no Brasil em junho caiu 13,4% ante maio, para 166.947 unidades, segundo os dados da Anfavea.

Ante junho de 2020, a produção subiu quase 70%, acumulando no primeiro semestre crescimento de 57,5% sobre um ano antes, para 1,15 milhão de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Os licenciamentos do mês passado somaram 182.453 veículos, queda de 3,3% na comparação com maior, mas alta de 37,4% sobre junho de 2020.

No primeiro semestre, o setor acumulou alta de 32,8% nas vendas de veículos novos, para 1,07 milhão de unidades, segundo os dados da Anfavea.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda