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Como identificar pragas em brócolis e couve-flor

Imagens em alta resolução de pragas e dos sintomas causados por elas em plantas de brócolis e de couve-flor ilustram o mais novo guia de campo da Embrapa destinado a produtores rurais e profissionais da assistência técnica e extensão rural. A publicação facilita o reconhecimento preciso de insetos e moluscos comumente encontrados nos cultivos dessas hortaliças, pertencentes ao gênero botânico Brassica, na região do Planalto Central brasileiro.

Em formato de guia de campo, além das imagens, a publicação reúne informações básicas sobre o ciclo de vida, as características corporais e os sintomas e os danos ocasionados às plantas em decorrência da infestação de cada praga. A publicação pode ser baixada gratuitamente em https://www.embrapa.br/hortalicas/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1131068/guia-para-identificacao-de-pragas-dos-brocolis-e-da-couve-flor

“Acreditamos que esse guia será uma ferramenta útil para a implementação de um programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), visando à sustentabilidade dessas culturas em longo prazo”, comenta o pesquisador Miguel Michereff Filho, da área de Entomologia da Embrapa Hortaliças (Brasília/DF).

O MIP é definido como um sistema de controle que associa o ambiente e a dinâmica populacional da praga, com o intuito de manter sua população em níveis abaixo do potencial de dano econômico.

Pragas principais e secundárias

As pragas que comprometem a produção de brócolis e couve-flor interferem também nos aspectos relacionados à qualidade desses produtos. “Independentemente do sistema de produção adotado, vários insetos e moluscos utilizam os brócolis e a couve-flor como planta hospedeira, desde a fase de produção de mudas em viveiro até a colheita das inflorescências”, explica Michereff.

O “Guia para identificação de pragas dos brócolis e da couve-flor” divide os insetos e moluscos que atacam essas culturas em dois diferentes grupos: pragas-chaves e pragas secundárias. O grau de importância de cada praga varia de acordo com a região, a época de cultivo e o sistema de produção adotado pelo agricultor.

A traça-das-crucíferas, os pulgões e a largarta-falsa-medideira enquadram-se entre as principais pragas encontradas nas lavouras de brócolis e couve-flor, visto que ocorrem na maioria das regiões produtoras dessas hortaliças e, frequentemente, provocam danos econômicos que exigem adoção criteriosa e integrada de medidas de controle.

Entre as pragas secundárias de brócolis e couve-flor, que são aquelas que ocasionalmente provocam prejuízos em áreas localizadas e em período restrito, estão: mosca-branca, curuquerê-da-couve, formiga-cortadeira, grilo, broca-da-couve, tripes, vaquinha, lesma, caracóis, e algumas espécies de lagartas como a Helicoverpa.

Coletânea de guias de identificação de pragas

Nos últimos meses, a equipe de pesquisa disponibilizou guias de campo com orientações sobre a correta identificação de pragas para outras quatro espécies de hortaliças: alface, morango, pimentão e tomate.

Foi disponibilizado também um guia de campo com fotografias e informações descritivas dos principais inimigos naturais, como espécies de besouros, moscas e ácaros predadores, percevejos e vespas parasitoides, das pragas mais comuns encontradas em lavouras de hortaliças.

“A precisão no reconhecimento de inimigos naturais, pragas-chave e pragas secundárias, durante as inspeções de rotina nos cultivos, é o ponto de partida para o agricultor obter sucesso no manejo e no controle de problemas fitossanitários em lavouras de hortaliças”, sinaliza Michereff.

Atuação no Distrito Federal

Os guias de campo para identificação de pragas em hortaliças fazem parte das ações previstas no projeto “Promoção do Manejo Integrado de Pragas na Produção de Hortaliças do Distrito Federal”, que visa resgatar a adoção das boas práticas agrícolas direcionadas ao manejo integrado de pragas (MIP) em diferentes culturas de hortaliças, entre elas: alface, morango, pimentão, tomate, brócolis e couve-flor.

Além da disponibilização de documentos orientadores, a equipe do projeto realizou, ao longo dos últimos dois anos, treinamentos com mais de 1600 técnicos e produtores rurais para nivelar os conhecimentos e, a partir de parcerias e articulação institucional, efetuar a instalação de Unidades de Referência Tecnológica (URT) para implementação do MIP em culturas agrícolas de importância socioeconômica para a horticultura do Distrito Federal.

Os treinamentos orientaram sobre a identificação e o monitoramento das pragas e seus inimigos naturais e abordaram também conhecimentos relativos à seleção e ao uso planejado de medidas de controle e de indicadores necessários para tomada de decisão sobre quando controlar a praga-alvo.

“Pretendemos contribuir com o processo de conscientização da cadeia produtiva para que incorporem o MIP e compreendam a relevância do controle biológico na sua rotina de trabalho”, planeja Michereff, ao contar que o objetivo maior será contribuir para a remodelação dos sistemas produtivos em direção à sustentabilidade regional. Assim, espera-se que ocorra a racionalização do uso de agrotóxicos e a produção de alimentos com melhor qualidade nutricional e totalmente seguros para a saúde humana.

O projeto é uma cooperação técnica entre Embrapa Hortaliças e Emater-DF, com financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF).

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda