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Impactos do atual cenário no varejo alimentício e as oportunidades para as proteínas

É fundamental para qualquer segmento produtivo estar em consonância com o setor varejista, que é a ponte que leva o produto até o consumidor. A ABCS por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), é uma associação que trabalha fortemente esse vínculo, mantendo um contato próximo com as maiores redes de varejo do Brasil, unindo assim a cadeia suinícola aos anseios dos consumidores através de ações estratégicas, como a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), que ocorre anualmente.  Por isso conseguiu acompanhar de perto os grandes impactos que o setor sofreu e as mudanças que implementou para se adaptar ao atual momento. O movimento do comércio online foi uma delas, o e-commerce foi uma revolução iniciada no início da pandemia de Covid-19 ainda em 2020, que segue fortalecido.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o aumento de vendas no comércio eletrônico foi de 68% no ano passado. Por outro lado, o mercado sofreu grandes perdas e continua abalado, isso se reflete na queda do índice de confiança do consumidor e do comércio, que registrou em março de 2021 os piores índices desde maio de 2020. O mês de março deste ano tem sido marcado pela retomada de medidas restritivas e o crescimento nos números referentes ao novo coronavírus no Brasil, piorando a percepção dos consumidores em relação ao momento e reduzindo as expectativas para o futuro próximo. Neste cenário os consumidores acabam projetando uma situação difícil para as finanças familiares nos próximos meses, aumentando assim a cautela na hora de comprar. 

Soma-se a isso, ao aumento da cesta básica que ficou 25% mais cara segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e tem-se uma análise completa do clima atual, permeado por incertezas econômicas que alimentam uma antiga tendência de consumo: a busca por menores preços, a migração para marcas mais baratas, embalagens mais acessíveis e produtos de marca própria. Esse movimento que se acentuou com o fim do auxílio emergencial acabou impulsionando as compras no varejo e atacarejo (hoje o atacarejo é responsável por 36% das vendas de alimentos no país). Segundo a Nielsen em fevereiro deste ano, as vendas no atacarejo cresceram em 26% em relação ao ano anterior, e a Abras aponta um aumento de 12% nas vendas no varejo alimentício em janeiro de 2021. Um levantamento da consultoria Bain & Company, feito com dois mil brasileiros em julho de 2021, mostrou que 25% deles estavam migrando para produtos mais baratos e aproximadamente 18% afirmaram ter comprado tamanhos mais econômicos. 

Por outro lado, a volta do auxílio emergencial pago pelo governo federal deve beneficiar mais de 45 milhões de pessoas, além disso um terço dos estados e 8 das 26 capitais do país também anunciaram programas de transferência de renda que juntos devem ultrapassar a injeção de R$ 44 bilhões de reais. A expectativa é que esse dinheiro extra seja investido em alimentação, assim como no ano passado, quando o auxílio aumentou em 8% na compra de alimentos pelas famílias da classe D e E, segundo a consultoria Kantar. Além disso, a maior permanência das pessoas em casa em função do isolamento social e as restrições do food service devem continuar impactando as vendas no varejo. No ano passado, esse cenário beneficiou significativamente o varejo alimentício. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), a indústria brasileira de alimentos e bebidas registrou crescimento de 12,8% em faturamento no ano de 2020, em relação a 2019, atingindo R$ 789,2 bilhões, somando exportações e vendas para o mercado interno.  

Toda essa situação impacta diretamente a cadeia da suinocultura. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que o aumento do número de vendas no varejo, significa aumento de consumo e aumento de vendas para os frigoríficos e produtores. “Significa também que o nosso produto ganha não apenas em vendas, mas em competitividade e preferência. Já vimos de acordo com dados anteriores que o consumo de carne suína per capita cresceu e já chega a quase 17% e que as vendas da proteína no varejo subiram em 80%. Está claro que apesar das adversidades soubemos aproveitar o cenário do mercado interno e externo desde o ano passado quando também batemos recorde de exportação. O momento se mostra difícil por inúmeros fatores, mas temos também que continuar trabalhando para identificar e aproveitar oportunidades.” 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda