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RS: Colheita da soja já atinge 1% no Estado

A colheita da soja já ocorre em pequenas áreas e chega a 1% dos cultivos dessa safra no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (11/03) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o retorno da umidade adequada no solo beneficiou o desenvolvimento das culturas de verão. Outros 12% em floração, 2% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 19% em maturação, e 66% da cultura estão na fase de enchimento de grãos, conforme registro feito pela jornalista Carina Venzo Cavalheiro, na URT de Solos e Manejo Integrado de Pragas (MIP) em Soledade, na última segunda-feira (08/10).

Segue a colheita do milho no Estado. As chuvas da semana que passou foram importantes para o desenvolvimento das lavouras, que já estão com 60% da área total cultivada colhido, 15% em maturação, 15% em enchimento de grãos, 7% em floração e 3% em germinação e desenvolvimento vegetativo.

A safra de arroz já colhida é de excelente qualidade. A colheita se intensificou e está concluída em 16% dos cultivos, outros 51% estão me fase de maturação, 29% em enchimento de grãos e 4% em floração. Lavouras seguem com boa sanidade no Estado.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Pelotas, a colheita do feijão primeira safra foi concluída. É muito boa a procura pelo grão. A cultura se encontra em enchimento de grãos nos Campos de Cima da Serra, na regional de Caxias do Sul, onde cerca de 10 mil hectares são semeados na segunda quinzena de dezembro e nos primeiros dias de janeiro. Na região de Porto Alegre, a colheita chegou a 95% das lavouras.

Na regional de Ijuí, foi finalizada a implantação do feijão de segunda safra, com leve queda da área cultivada. Lavouras apresentam excelente desenvolvimento vegetativo, plantas com crescimento normal e baixa incidência de pragas e doenças. Na de Frederico Westphalen, 70% das áreas de feijão segunda safra estão em estágio de desenvolvimento vegetativo, 20% em floração e 10% em enchimento de grãos. Produtores dão seguimento aos tratamentos fitossanitários e ao controle de pragas e invasoras. Na regional da Emater/RS-Ascar de Santa Maria, aproximadamente 30% das lavouras de feijão segunda safra encontram-se em desenvolvimento vegetativo, 30% em florescimento e 40% em fase de enchimento de grão.

OLERÍCOLAS

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, olerícolas apresentam desenvolvimento satisfatório na primeira semana de março. O retorno das precipitações recompôs a umidade do solo e possibilitou a retomada do preparo das áreas para implantação de cultivares de estação fria nos espaços a campo. Aumenta a colheita da batata-doce, com frutos de boa qualidade e produtividade próxima a 20 toneladas por hectare. Diminuição de público nas feiras provocou queda na comercialização das olerícolas.

FRUTÍCOLAS

Na região de Santa Rosa, são cultivados 510 hectares com pomares comerciais e para autoconsumo das famílias. Nos citros, ocorre a maturação da tangerina Satsuma Okitsu, sem sementes, extremamente precoce. Também ocorre a maturação do abacate em cultivos destinados basicamente à subsistência das famílias. Favorecido pelas condições de umidade e temperatura, o ataque de pragas como a mosca-das-frutas tem causado danos. A colheita de manga se encaminha para o final, restando de 20 a 25% da carga inicialmente projetada. Segue a colheita de butiá, acerola e caqui.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda